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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Volvo: Caminhão articulado completa 50 anos


Luís Alberto Alves

O caminhão articulado está fazendo 50 anos. Líder mundial neste segmento, a Volvo Construction Equipment criou este tipo de equipamento e o grande mercado que viria a ser desenvolvido nos anos subsequentes. Lançado pela Volvo em 1966 na Suécia, a máquina nasceu com o modelo DR631. Apelidado carinhosamente de Gravel Charlie, o avô dos articulados tinha capacidade para apenas 10 toneladas de carga. Era o início de um novo e revolucionário conceito em transporte. Originalmente, ele havia sido concebido alguns anos antes por meio da junção de um trator agrícola e um reboque, unidos de forma permanente por meio de uma junta articulada.
“Hoje, dezenas de milhares de caminhões articulados estão espalhados por todos os continentes, dando mais agilidade a obras de todos os tamanhos e ajudando a melhorar a infraestrutura de cidades e países”, afirma Afrânio Chueire, presidente da Volvo CE Latin America. O último lançamento, feito recentemente na Europa, foi o da nova série H, que conta com o maior caminhão articulado já produzido em série, o A60H, com capacidade para impressionantes 60 toneladas de carga.
Nas últimas cinco décadas, os articulados transportaram um sem número de toneladas de terra, brita e uma infinidade de outros materiais em terrenos enlameados e difíceis, escorregadios, íngremes ou de muitas outras maneiras difíceis de vencer. A Volvo lidera o mercado, sempre inovando e lançando versões mais modernas e produtivas.
                                                                          Inovação constante
“Não somos líderes absolutos neste segmento à toa. O caminhão articulado tem sido a melhor opção para as aplicações mais exigentes e os terrenos mais difíceis. Eles trabalham com a mais alta performance em uma série de diferentes aplicações. Estão na extração de material, em pedreiras, na mineração e na construção pesada, na movimentação de materiais e até em locais de tratamento de resíduos”, diz o presidente.
O desenvolvimento constante é um dos principais motivos para a permanente popularidade dos articulados Volvo. A inovação está presente no articulado desde quando a Volvo desenvolveu este revolucionário equipamento. “Não houve sequer uma versão do caminhão articulado que tenha sido lançada sem contemplar importantes mudanças que garantem maior produtividade na operação e maior rentabilidade para o cliente”, conclui Boris Sanchez, gerente de suporte a vendas e aplicações da Volvo CE Latin America.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Allison: Vejam os beneficios das transmissões automáticas na construção civil




Luís Alberto Alves

A Allison Transmission demonstrou os benefícios das transmissões totalmente automáticas em um Ride & Drive realizado para mais de 30 frotistas da área de concreto além de profissionais de 20 diferentes implementadoras no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), na cidade de Piracicaba.

Foram usados dois caminhões Volkswagen 26.280 6x4 - um equipado com uma transmissão Allison totalmente automática da Série 3000™ e outro equipado com uma transmissão manual - ambos simulando as mesmas tarefas que os caminhões betoneira normalmente executam em suas atividades diárias. Proprietários de frotas da área de concreto de várias regiões do País puderam ver e experimentar pessoalmente as vantagens que uma transmissão totalmente automática pode trazer para seus negócios.

"Gostamos da complexidade das situações que foram criadas para o evento", disse Paulo Carvalho, gestor de frota da Concreserv Concreto e Serviços. "As simulações reforçaram nossa confiança quanto aos benefícios proporcionados por uma transmissão automática. Temos um modelo em avaliação que está fazendo quatro viagens por dia, com folga, enquanto o manual faz somente três. Além disso, para nossa surpresa, o consumo de combustível se manteve o mesmo que o caminhão manual".

Quando analisa as exigências futuras de produtividade e disponibilidade dos caminhões desse segmento, e sobre a possibilidade da substituição gradativa das betoneiras manuais da sua frota por automáticas Carvalho é enfático: "Essa é uma decisão sem retorno, o próprio mercado de betoneiras exigirá que os caminhões sejam todos automáticos".

As transmissões Allison contam com o Continuous Power Technology™, que entrega a potência de forma mais suave e sem interrupções. O conversor de torque patenteado, tem a característica de multiplicar o torque do motor no momento de transferi-lo para a caixa de marchas. Esta tecnologia elimina os trancos na linha de transmissão proporcionando aos operadores uma melhor capacidade de arranque, aceleração mais rápida, melhor tração e controle do veículo. Veículos equipados com transmissão automática também podem operar com desenvoltura em velocidades extremamente baixas o que é usual nos canteiros de obras. Manobras em espaços reduzidos, irregulares e escorregadios também ficam bastante facilitadas em função de não se precisar ficar modulando a embreagem.

As transmissões manuais e manuais automatizadas (AMTs) perdem potência a cada mudança de marcha. Além disso, por contar com embreagem mecânica, se desgastam mais facilmente ocasionando falhas, exigindo reparos mais frequentes e acarretando custos com a inatividade do veículo. Ao escolher uma transmissão automática Allison os frotistas reduzem seus custos de manutenção e aumentam sua produtividade. Maior produtividade leva ao aumento da rentabilidade.

Melhor dirigibilidade
A maior parte das betoneiras em operação no mercado ainda está equipada com caixa de mudanças manual, o que exige grande habilidade dos profissionais que a utilizam. Condições de terreno difíceis, além do caminhão circular grande parte do tempo com carga plena - e em constante movimento. Esta pode ser uma tarefa difícil, mesmo para um motorista experiente.

A realidade do setor, porém, mostra que cada vez está mais difícil encontrar e manter bons profissionais, já que existe pouca especialização e uma grande rotatividade na categoria. Mais um ponto a favor das transmissões automáticas, que facilitam a condução do veículo e, portanto, menores custos de treinamento dos motoristas. Também tornam a atividade mais segura, já que o motorista sempre mantém as duas mãos no volante e os olhos voltados para a operação.


Sobre a Allison Transmission
A Allison Transmission (NYSE:ALSN) é o maior fabricante mundial de transmissões automáticas para veículos comerciais médios e pesados, e líder em sistemas híbridos de propulsão para ônibus urbanos. As transmissões Allison são usadas nas mais variadas aplicações incluindo caminhões coletores de resíduos, bombeiros, construção, ônibus, motorhomes, militares e energia. Fundada em 1915, a Allison tem sede em Indianápolis, Indiana, USA, e emprega aproximadamente 2.700 pessoas no mundo. Com presença no mercado de mais de 80 países, a Allison possui escritórios regionais na Holanda, China e Brasil e fábricas nos Estados Unidos, Hungria e Índia. A Allison também tem aproximadamente 1.400 distribuidores independentes e revendedores em todo o mundo. Para maiores informações, visitewww.allisontransmission.com

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Volvo: Conheçam o Atlas da Acidentalidade no Transporte



Luís Alberto Alves

O Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), está lançando a 2º edição do Altas da Acidentalidade no Transporte Brasileiro, que apresenta o mais completo diagnóstico dos acidentes de trânsito nas rodovias federais do país.  É possível saber, por exemplo, quais são os piores trechos em acidentes em todas as rodovias federais, as principais causas e as mais letais, os dias da semana e o horário em que mais acontecem acidentes por tipo de veículo.

“Acreditamos que as informação são um alerta e também uma ferramenta que auxilia todo motorista para a agir preventivamente. O altas nos mostra que o comportamento inadequado ainda é o grande responsável por mais da metade das mortes nas rodovias”, afirmou a  diretora de Comunicação Corporativa do  Grupo Volvo América Latina, Solange Fusco.

Em 2015, foram registrados 122.007 acidentes nas rodovias federais brasileiras, que deixaram 90.100 feridos e 6.859 mortos em acidentes de trânsito nas rodovias federais brasileiras. O número equivale a uma média de 18,8 mortes por dia. 

A principal causa de morte nas rodovias federais foi a falta de atenção, responsável por 1.203 mortes; seguida por excesso de velocidade, com 946; e ultrapassagem indevida, 592 mortes.  No entanto, quando avaliado o índice de gravidade, a causa mais letal foi a sonolência ao volante. Apesar do número de acidentes provocados por motoristas que com sono ser menor que por falta de atenção, quando eles acontecem, são mais letais, com um índice de gravidade de 5,9. Em segundo lugar, está velocidade incompatível com índice de gravidade 4,3 e em terceiro lugar, empatados, estão dirigir sob efeito de álcool e defeito mecânico no veículo, com um índice de gravidade de 4,2.

Os Estados com maior número de mortes em acidentes nas rodovias federais  em 2015 foram Minas Gerais, com 961 mortos; seguido pela Bahia, com 641; Paraná, com 584; e Santa Catarina, com 461 mortos.   Os trechos com o maior número de mortos foram na BR 101, na Região Motropolitana de Florianópolis (SC); e na BR 040, região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). Entre os km 206 e 216 da BR 040 aconteceram mais de 500 acidentes que deixaram 18 mortos; e entre os km 520 e 530 da BR 040, foram registrados 188 acidentes que resultaram em 18 vitimas fatais.

Outra informação revelada pelo atlas é que, o maior número de acidentes acontece entre 17h e 18h, porém, os mais fatais acontecem na madrugada, entre 3h e 5h da manhã. Sexta e sábado são os dias com maior número de acidentes; e sábado e domingo os dias em que os acidentes são mais letais.

                                                                              Sobre o Atlas

O Altas da Acidentalidade no Transporte Brasileiro é uma das ações do Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST) dentro da visão Zero Acidentes, que tem como ideal de futuro zerar o número de acidentes com veículos Volvo.  Todas as informações estão no portal www.atlasacidentesnotransporte.com.br.  

“O objetivo é fornecer informações que sirvam como ferramenta ao gerenciamento de riscos das viagens, contribuindo para que empresas de transporte realizem ações que contribuam com a redução  do número de acidentes envolvendo caminhões e ônibus”, destacou a responsável pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito Anaelse Oliveira.

O estudo foi produzido pela Tecnométrica, com base no banco de dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre 2007 e 2015.   “Este estudo mostra o potencial do banco de dados da Polícia Rodoviária Federal para gerar informações interessantes e úteis. A análise dos dados permitem um melhor entendimento dos problemas relacionados aos acidentes de trânsito e também a melhorar o direcionamento dos recursos para redução dos impactos com acidentes”, afirmou do Núcleo de Estatística da PRF, Rômulo Araújo. 

Segundo o Prof. Sebastião de Amorim, do Departamento de Estatística da Unicamp e Diretor Técnico da TecnoMetrica, empresa responsável pelo tratamento dos dados da PRF, acidentes de trânsito são eventos multidimensionais complexos, mas que oferecem matéria prima abundante. “Extraímos informações relevantes por meio do manejo estatístico apropriado. Na análise destas bases de dados, uma quantidade volumosa de informações muito importantes pode ser extraída. Acreditamos que elas possam ser úteis a pesquisadores, legisladores, órgãos da imprensa, operadores de transporte e motoristas, no sentido de condução a práticas e ações que, reduzam a frequência de ocorrência e o índice médio de gravidade dos acidentes em nossas rodovias”.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Dunlop: Empresa investe R$ 487 milhões em nova fábrica no Brasil





Luís Alberto Alves
  • A empresa investe R$ 487 milhões na nova planta de pneus de caminhões e na expansão da fábrica de pneus de passeio.
  • O anúncio ocorre três anos após a inauguração da primeira unidade fabril da Dunlop no País.
  • A nova fábrica é a única unidade de pneus de carga no mundo a empregar a tecnologia Sun System, que produz pneus sem emendas.

A Sumitomo Rubber do Brasil, fabricante dos pneus Dunlop, anunciou investimentos de R$ 487 milhões para a construção de sua primeira fábrica de pneus de caminhões no Brasil A construção da nova unidade terá início em 2017 e vai se juntar à planta existente em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba no Paraná. Além da nova fábrica, a unidade de pneus de passeio será ampliada.

A companhia quer garantir um fornecimento estável de pneus para o mercado interno brasileiro, por isso o sólido investimento será dividido em R$ 104 milhões para a construção da infraestrutura da nova planta, R$ 208 milhões na compra de equipamento de produção e R$ 175 milhões na expansão da atual fábrica de pneus de passeio.

Com o novo investimento, a planta que hoje conta com mais de 1.200 funcionários, deverá gerar cerca de 160 empregos diretos até o final de 2020.

Nova fábrica
A empresa que atualmente importa os pneus de carga para o mercado interno, estuda o crescimento do segmento em cerca de 2% a cada ano de operação da fábrica, motivo que influenciou a decisão de investimento.

A produção local de pneus de caminhões está programada para começar em março de 2019 com uma capacidade de 500 pneus por dia. Volume que deve ser aumentado, em resposta à mudança das condições de mercado. O mesmo se aplica aos truck centers da marca, que atualmente são 10 no Brasil.

O diferencial da nova fábrica de pneus de carga no Brasil é a adoção da tecnologia Sun System em toda a produção: “O Sun System é uma tecnologia japonesa de produção que permite a fabricação de pneus sem emendas. Esse sistema de produção aumenta consideravelmente a qualidade dos pneus, resultando em uma rodagem mais confortável, otimizando o tempo de resposta em manobras devido à maior uniformidade do produto. A nova planta será a primeira fábrica de pneus de carga no mundo a empregar essa tecnologia” afirma Shizuma Kubota, presidente da Sumitomo Rubber do Brasil. Os pneus de passeio produzidos no país já carregam essa tecnologia.

Expansão da fábrica
O anúncio de expansão ocorre três anos após a inauguração da primeira unidade fabril da Dunlop no País. A fábrica brasileira, considerada a mais moderna do Brasil, começou a produzir pneus para veículos de passeio em outubro de 2013 e atingiu sua capacidade máxima de produção no final de 2015, com 15.000 pneus por dia. A expansão da produção de pneus de passeio possibilitará alcançar o número de 18.000 pneus por dia até o final de 2019.

Reconhecida como uma das principais marcas de pneus do mundo, a Dunlop conquistou crescimento de 62% em vendas de pneus de passeio em 2015 e chegou a 10% de participação no mercado de reposição deste mesmo segmento. No mesmo ano, a empresa também iniciou a comercialização de pneus diretamente com as montadoras de veículos, já equipando modelos da Toyota, Volkswagen e da FCA (Fiat Chrysler Automobiles). Essas conquistas ampararam a decisão de ampliação.

“A decisão pela expansão e aporte reforça definitivamente nossa presença no mercado brasileiro. Ampliar o negócio propicia o abastecimento com a produção local e evita a variação de preço com a flutuação cambial e seus riscos inerentes à importação de produtos” completa Kubota.

Conheça outros números do desempenho da Dunlop em 2015:
  • Vendas no mercado de reposição conquistou 62% de aumento em relação a 2014;
  • Rede de 145 pontos de venda no total, sendo 135 autocenters e 10 truck centers;
  • Atualmente, 90% dos pneus de passeio comercializados pela empresa no Brasil vêm da produção nacional e apenas 10% são importados.
  • Alcance da capacidade instalada da fábrica de Fazenda Rio Grande, no Paraná, de 450.000 pneus por mês.

Perfil da Fábrica brasileira
Nome da companhia: Sumitomo Rubber do Brasil Ltda.
Localização: Fazenda Rio Grande - PR
Presidente: Shizuma Kubota
Início das Operações: outubro de 2013
Pedra fundamental: janeiro de 2011
Negócio: Fabricação e venda de pneus de passeio para automóveis
Capacidade de produção: 15.000 pneus/dia (em 31/12/2015)
Nova capacidade: 18.000 pneus/dia até o final de 2019
Área de construção da fábrica: 500.000m2
Funcionários: 1.270 (em 31/12/2015)

Perfil da nova planta de pneus de carga
Localização: Fazenda Rio Grande - PR
Início da construção: março de 2017
Início da produção: março de 2019
Área de construção: Aproximadamente 13.400m2
Capacidade inicial: 500 pneus/dia

Cruze: Custo de revisão 15% menor



Luís Alberto Alves

O pós-venda é um importante diferencial competitivo da Chevrolet, que possui aproximadamente 600 autorizadas espalhadas pelo país. Além da capilaridade, a rede é reconhecida pela prestação de serviços de excelência. Um dos destaques é o plano de revisão com preço fixo com condições atrativas, válido para a linha de automóveis de passeio e de utilitários da marca.
No caso da segunda geração do Cruze, que está chegando às lojas, um plano de manutenção específico foi desenvolvido para o carro, que ganhou arquitetura inédita, motor turbo e diversas tecnologias inovadoras, como o sistema Stop/Start, que desliga temporariamente o motor enquanto o veículo permanece parado.
“Além de melhor performance e maior economia de combustível, o Novo Cruze foi desenvolvido para ter também um menor custo de manutenção. Isso envolve desde a menor complexidade à substituição de peças até o desenvolvimento de componentes menos suscetíveis a desgaste”, explica Cesar Watanabe, diretor de Pós-Vendas da GM.
Um dos grandes avanços está no novo motor Ecotec Turbo, que necessita menor quantidade de óleo. O veículo apresenta melhorias de reparabilidade no plano de manutenção e isso também reflete em menor necessidade de mão de obra na oficina.
Por conta disso o Novo Cruze tem um dos menores custos de manutenção de seu segmento.
Levando em consideração a lista de itens contemplados até os 60 mil quilômetros, o plano de revisões com preço fixo do novo modelo é cerca de 15% menor que o de geração anterior.
Somando a economia gerada pelo menor custo das revisões e de peças de reposição e a economia proporcionada pelo menor consumo de combustível ao longo dos primeiros 60 mil quilômetros rodados, o Novo Cruze pouparia mais de R$ 7.000 de seu usuário neste período.
Autodiagnóstico
O Novo Cruze ainda é equipado com um computador de bordo de última geração que traz diversos parâmetros e alertas sobre a manutenção e utilização do veículo.
O motorista pode consultar, por exemplo, a pressão de cada um dos pneus. Caso algum deles esteja fora da especificação recomendada, um aviso aparecerá no quadro de instrumentos.
A pressão incorreta dos pneus pode provocar desgaste prematuro da banda de rodagem, aumento do consumo de combustível, além de comprometer o conforto, a capacidade de frenagem e a estabilidade do veículo.
Outra novidade que estreia nesta geração do sedã é o monitoramento da vida útil do óleo, do filtro e da carga da bateria. O computador de bordo indica uma estimativa em percentual do restante da vida útil desses componentes.
A ferramenta é útil principalmente para o carro que são usados em condições severas e necessitam de um plano de manutenção personalizado.
O veículo também indica caso haja falha no sistema de controle de emissões, recarga da bateria, baixo nível do fluído de freio, entre outros.
Consultas sobre a localização de concessionários Chevrolet ou pedidos de socorro mecânico, por exemplo, podem ser feitos através dos serviços do OnStar. Para isso, basto o usuário pressionar um botão no painel.
O Novo Cruze está chegando às concessionárias Chevrolet com garantia de três anos.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Ford: Ranger ganha participação de mercado com novidades da linha 2017



Luís Alberto Alves

  • A nova Ford Ranger mostrou um bom desempenho no seu primeiro mês completo de vendas, com crescimento de 50% na participação de mercado 
  • A linha respondeu por 21,9% do segmento de picapes médias em junho, com 1.888 unidades, e foi a segunda mais vendida com motorização diesel, a mais importante na categoria, nas versões 3.2 e 2.2
A nova Ford Ranger mostrou um bom desempenho no seu primeiro mês completo de vendas, com crescimento de 50% na participação de mercado. A linha respondeu por 21,9% do segmento de picapes médias em junho, com 1.888 unidades, e foi a segunda mais vendida com motorização diesel, a mais importante na categoria, nas versões 3.2 e 2.2.
A versão de topo Limited 3.2 Diesel, com design exclusivo e as últimas tecnologias, ampliou sua participação de 20% para 35% das vendas da linha. Além de ter o motor mais potente da categoria, de 200 cv, e transmissão automática, é a única a contar com cinco anos de garantia e sete airbags. Vem também com piloto automático adaptativo, alerta de colisão, sistema de permanência em faixa, acendimento automático dos faróis, farol alto automático, ajuste elétrico do banco do motorista, sensor de chuva e de estacionamento, entre outros itens.
“A Ranger Limited veio muito forte para competir no segmento de topo das picapes diesel e venceu todos os comparativos com a atual líder da categoria. Esse crescimento de participação mostra que o consumidor reconheceu suas qualidades, com tecnologias voltadas tanto para o desempenho e dirigibilidade como para a segurança, conveniência e conforto”, disse a supervisora de Marketing de Picapes da Ford, Fabrizzia Borsari.
Outra versão muito bem aceita da nova Ranger é a 2.2 Diesel XLS automática, novo catálogo que se tornou o segundo mais vendido da linha, combinando preço atrativo com excelente oferta de equipamentos de segurança e conforto. É equipada de série com sete airbags, controle eletrônico de estabilidade e tração, direção elétrica, computador de bordo e piloto automático. Como as demais versões diesel, já vem com tração 4x4 e diferencial traseiro blocante.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Fiat: 40 anos de Brasil


Fábrica da Fiat em Betim, Minas Gerais

Luís Alberto Alves
A Fiat comemora neste sábado, 9 de julho, 40 anos de atividade no país. Desde o lançamento do Fiat 147, que inaugurou a linha de produção, foram mais de 50 modelos produzidos e lançados. Somente neste ano, chegaram ao mercado dois novos modelos, o Toro e o Mobi, consolidando a presença da marca em diferentes segmentos, com projetos desenvolvidos totalmente no Brasil.
 A evolução da marca no país tem como centro a fábrica de Betim (MG). Em 40 anos, a planta se transformou na maior fábrica de veículos da América Latina e em uma das maiores do mundo, além de ser a unidade de produção com maior capacidade instalada de todo o grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA). Com capacidade atual para produzir 800 mil veículos por ano, foi a primeira fábrica de automóveis a se instalar fora de São Paulo, construindo uma história marcada pela liderança de vendas, já alcançada 14 vezes.
 Das linhas de montagem, já saíram quase 15 milhões de veículos. Mais de três milhões foram exportados para cerca de 30 países. O carro líder de produção foi o Uno, com mais de 3,7 milhões de unidades vendidas.
 Para sua completa modernização, a planta está em meio a seu maior ciclo de investimentos, recebendo, desde 2010, R$ 7 bilhões em aportes, incluindo o desenvolvimento de novos produtos. Como parte desse processo, a unidade de Prensas passou a operar, em 2011, com duas linhas de alta cadência, capazes de dar 16 golpes por minuto, o dobro da velocidade das prensas convencionais.
Novos robôs foram inseridos na linha de produção, trazendo tecnologia de ponta e mais precisão. Somente na Funilaria, 195 robôs foram instalados para a produção do Mobi. A montagem da carroceria do novo modelo é totalmente automática, do pavimento até o teto, passando pelas laterais e partes móveis, como portas, paralamas e capô. A fábrica contará ainda com um novo prédio para pintura, com equipamentos mais modernos e eficientes, elevando o patamar de qualidade do processo. As obras estão em fase final.
 O processo de modernização ocorre sem interrupção da produção nas linhas de montagem, o que deu à FCA know-how para realizar simultaneamente grandes mudanças de processos, incorporação de novas tecnologias e um robusto programa para desenvolvimento de pessoas, preparando a fábrica da Fiat para um momento novo da indústria.
Construção da fábrica da Fiat, em Betim, Minas Gerais, em 1976
 Para Stefan Ketter, presidente da FCA para a América Latina, a ênfase está em combinar qualidade e eficiência, através de processos produtivos cada vez mais precisos e compartilhados por toda a cadeia produtiva.
                                                     A revolução produtiva via WCM
Hoje, a linha de montagem do Mobi, feita com auxílio de robôs
 Desde 2007, a fábrica adota o sistema de produção WCM – World Class Manufacturing. Desenvolvido pela própria Fiat, através da cooperação com especialistas mundiais emLean Manufacturingo WCM abrange todos os aspectos da manufatura (posto de trabalho, qualidade, manutenção e logística). É aplicado em todas as fábricas da FCA no mundo, que compartilham entre si as melhores práticas – a maior parte nascida a partir de sugestões dos próprios funcionários. Esse processo acontece por meio de um sistema interligado, elevando fortemente a qualidade dos produtos e a produtividade das plantas.
 O WCM é um processo de melhoria contínua, e essa é justamente uma de suas características mais importantes da metodologia. “A partir do momento em que uma boa prática passa a ser visível em todas as plantas do mundo, automaticamente, torna-se padrão. Daí, o desafio é aprimorá-la, sempre pensando e agindo de forma global, na busca de novos padrões ainda melhores”, salienta Jasson Azevedo, gerente da Montagem Final. Ele trabalha na fábrica de Betim há 20 anos e foi um dos precursores na aplicação da metodologia no Brasil.
Linha de soldagem do modelo Fiat 147
 A fábrica também é reconhecida por seu dinamismo e flexibilidade, capaz de se adequar às variações e oscilações de demanda, oferecendo resposta rápida na entrega dos produtos que os clientes desejam. Em uma única linha de produção, são montados diferentes modelos. O inverso também é possível: um modelo pode ser montado em diferentes linhas, simultaneamente. Na fábrica, a quantidade de peças manuseadas diariamente ultrapassa 3,5 milhões, abastecidas por cerca de 300 fornecedores.
                                           As práticas pioneiras de sustentabilidade
A sustentabilidade está presente em todos os setores da planta de Betim, da ponta final da linha de montagem aos corredores dos escritórios. A Fiat foi a primeira fábrica de automóveis e comerciais leves do país a obter o certificado ISO 14001, de gestão ambiental, e também o ISO 50001, de gestão de energia.
As primeiras prensas usadas na fábrica da Fiat em Betim, Minas Gerais, em 1976
Atualmente, 99,4% da água utilizada para produzir carros é de reúso, um recorde absoluto no setor automotivo no país. Isso é possível graças a um dos mais modernos sistemas de tratamento e recírculo de água do Brasil, um pioneirismo da Fiat, fruto de investimento em novas tecnologia a partir de 2010.
A fábrica de Betim foi também a primeira no país a obter a marca do “Aterro Zero”, o que significa que absolutamente nenhum resíduo é enviado para aterros – 97% são reciclados e os 3% restantes reaproveitados.
Montagem doFiat 147 em 1976
Até mesmo sobras de tecido automotivo e de cintos de segurança têm uso. Elas viram acessórios, como bolsas e mochilas, pelas habilidosas mãos das costureiras da Cooperárvore, cooperativa do programa social Árvore da Vida, gerando renda e integração para as regiões vizinhas à fábrica. Mais de 25 toneladas de materiais já foram reaproveitadas, em 10 anos, dentro do escopo do programa, desenvolvido pela FCA.