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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Quer comprar um Corolla? Confira as versões que mais e menos desvalorizam




Luís Alberto Alves

Quando o assunto é sedã médio, o Toyota Corolla é sinônimo de sucesso de mercado. Em 2017, ele foi o carro mais vendido do mundo pelo segundo ano consecutivo. Com extremo sucesso no Brasil e com diversas recomendações de ser um bom automóvel, os compradores desse carro devem se atentar a uma questão especial: quanto é a desvalorização do Corolla ao longo dos anos?

Poucas pessoas prestam atenção na desvalorizam dos veículos, ou mesmo quais versões perdem valor mais rápido que outras. Por isso, a KBB Brasil fez um levantamento para ajudar os consumidores a fazer uma compra mais consciente.

Dentre as versões do Corolla, a que menos perde valor ao longo dos anos é o GLi 1.8 16V CVT, seu modelo mais simples, com desvalorização de 3% no primeiro ano uso e 7% no segundo. Já o que mais desvaloriza é Corolla Altis 2.0 16V CVT, por coincidência sua versão mais cara, com queda de 17% do valor no primeiro ano e 29% no segundo.

Confira abaixo a relação de valores e taxas de desvalorização, de acordo com as versões do modelo, que a KBB Brasil preparou:

VEÍCULO/VERSÃO

0KM

2018

2017

Desvalorização da linha 2018 em relação à 2019

Desvalorização da linha 2017 em relação à 2019

COROLLA ALTIS 2.0 16V CVT FLEX 4P (Basico)

R$ 119.350

R$ 101.900

R$ 92.500

17%

29%

COROLLA GLi PCD 1.8 16V CVT FLEX 4P (Basico)

R$ 57.040

R$ 49.600

R$ 46.624

15%

22%

COROLLA XEi 2.0 16V CVT FLEX 4P (Basico)

R$ 105.600

R$ 94.200

R$ 87.600

12%

21%

COROLLA GLi COURO 1.8 16V CVT FLEX 4P (Basico)

R$ 92.000

R$ 80.000

R$ 78.000

15%

18%

COROLLA XRS 2.0 16V CVT FLEX 4P (Basico)

R$ 112.000

R$ 101.500

R$ 95.410

10%

17%

COROLLA GLi 1.8 16V MT6 FLEX 4P (Basico)

R$ 69.700

R$ 67.000

R$ 63.400

4%

10%

COROLLA GLi 1.8 16V CVT FLEX 4P (Basico)

R$ 70.000

R$ 68.000

R$ 65.600

3%

7%

*Todos os valores foram retirados do site KBB.com.br



Nissan vai usar aço ultrarresistente e de alta formabilidade em mais modelos






Luís Alberto Alves

A Nissan vai lançar mais modelos utilizando um novo tipo de aço, que combina alta resistência à tração com um grau de formabilidade anteriormente inatingível. O resultado dessa inovação é um automóvel mais leve e que pode ter emissões reduzidas enquanto os ocupantes ficam mais protegidos.

A Nissan é a primeira montadora do mundo a usar o aço de alta formabilidade, com uma resistência à tração de 980 megapascals, desenvolvida em conjunto pela Nissan e Nippon Steel e Sumitomo Metal Corp. A combinação de estampagem e força de estampagem possibilita a formação de peças com formas complexas que são mais finas e mais leves que as feitas de aço convencional de alta resistência à tração, mantendo a capacidade de absorver energia em uma colisão.

O utilitário esportivo Infiniti QX50, que começou a ser vendido nos EUA em março, é o primeiro veículo do mundo com partes da dianteira e traseira feitas de aço de força de tração de 980 megapascal juntamente com outras partes da estrutura da carroceria. O material representa 27% do modelo. A Nissan planeja expandir o uso desse aço, o que aumenta a eficiência do combustível, além de impulsionar o desempenho ao reduzir o peso do veículo.

A Nissan lançou neste mês um plano de sustentabilidade que prevê a redução das emissões de CO² de seus novos veículos em 40% até o ano fiscal 2022, comparado ao ano fiscal 2000. A empresa está desenvolvendo de forma acelerada tecnologias para expandir o uso de aço de resistência à tração para perfazer 25% das peças dos veículos da empresa.

O aço de 980 megapascal desenvolvido com a Nippon Steel & Sumitomo Metal pode ser prensado a frio, tornando-o adequado para produção em massa. Isso também ajudará a conter aumentos no custo do veículo.

Amarelamento dos faróis pode prejudicar segurança do veículo



 Luís Alberto Alves

Lentes amareladas são indícios de baixo desempenho do conjunto e provocam a redução da visibilidade proporcionada pelo farol e afetam a segurança do veículo.

Com a evolução tecnológica da indústria de autopeças, que utiliza cada vez mais materiais termoplásticos, os faróis automotivos ganharam novo destaque, além da função como dispositivos de segurança veicular, tornaram-se itens essenciais no que diz respeito ao impacto visual, garantindo designs arrojados que a engenharia de iluminação é capaz de viabilizar tecnicamente.

Egidio Vertamatti, Gerente Executivo de Produtos da Arteb, uma das principais fabricantes mundiais de sistema de iluminação automotiva, explica que o material amplamente utilizado na lente dos faróis é o policarbonato por equilibrar boas propriedades mecânicas, como a resistência a impactos, e ópticas, como a alta transmitância dos raios luminosos. “As lentes de vidro de fato quebram com muito mais facilidade em comparação às lentes de policarbonato. No entanto, algumas características pouco conhecidas e exclusivas das lentes plásticas precisam ser consideradas neste tipo de comparação”, comenta.

O engenheiro revela que as lentes plásticas dos faróis, apesar de receberem durante o processo produtivo uma camada de verniz, responsável por proteger a lente e, consequentemente, prolongar a sua durabilidade, tendem a sofrer um processo gradual de amarelamento. Isto se dá pela ação dos raios ultravioletas, presentes na luz solar.

O tom amarelado promove certa opacidade na lente e provoca a perda transmitância da luz e, consequentemente, as propriedades ópticas são depreciadas. Na prática, a iluminação promovida pelo farol é reduzida. Quando o desgaste dos faróis atinge este nível de criticidade, no qual a segurança veicular é posta em risco, o mais adequado é efetuar a troca do par de faróis que equipam o veículo.

“É mais que um problema estético, pois compromete a segurança do condutor do veículo. As tentativas amadoras de clarear as lentes, invariavelmente, ocultam provisoriamente o problema em vez de resolvê-lo, pois promovem desgastes pela da retirada da camada de verniz, o que torna a superfície da lente mais vulnerável a riscos e, principalmente, novo amarelamento, comenta. Esses artifícios, segundo Vertamatti, são paliativos, surtem efeito por um breve intervalo, mas não impedem o retorno do problema justamente porque provocam a perda da proteção à radiação UV e pode danificar os componentes internos do farol.”

O Gerente destaca que o motorista acaba se acostumando com a perda da eficiência da iluminação, justamente porque isso ocorre paulatinamente, mas dependendo do caso pode ser muito prejudicial, sobretudo em situações que exigem muito da visibilidade do motorista no trânsito.

Para o motorista não colocar em risco a sua segurança e a de sua família, o engenheiro faz a seguinte recomendação: “Ao notar o amarelamento dos faróis, o melhor é substituir por um novo par. Este é o único procedimento seguro para ter faróis novos por um tempo realmente compatível com a sua expectativa de consumidor”.

O absolutamente novo BMW Série 8 Coupé




Luís Alberto Alves

Modelo altamente esportivo será lançado em duas versões de motorização: V8 4.4 litros, a gasolina, com 530 cv; e seis cilindros, 3.0, a diesel, com 320 cv.

A apresentação do novo BMW Série 8 Coupé adiciona um novo capítulo à tradição de carros esportivos extraordinários da marca premium bávara e insere o modelo no segmento de alto luxo com um novo modelo particularmente vigoroso.

 O novo BMW Série 8 Coupé é um carro de sonho que conta com um excelente desempenho, design altamente emocional, luxo em estado de arte e recursos excepcionalmente avançados em termos de tecnologias de comando e controles, assistência à condução e conectividade.
 E o objetivo primordial no desenvolvimento do BMW Série 8 Coupé foi de proporcionar uma emocionante dinâmica de condução. 

A carroceria, o conjunto mecânico e a suspensão foram aprimoradas de forma consistente para assegurar agilidade e precisão supremas e um comportamento aguardado para um esportivo de primeira classe. Durante o processo de desenvolvimento do novo BMW Série 8, motores altamente potentes foram combinados com o sistema inteligente de tração integral inteligente BMW xDrive e a aplicação do conceito de design BMW EfficientLightweight.

A versão top de linha do esportivo é o BMW M850i xDrive Coupé, que é impulsionado por um motor V8, a gasolina, desenvolvido recentemente e apto a entregar 530 cavalos de potência, entre 5.500 e 6.000 rpm, e torque máximo de 750 Nm, de 1.800 a 4.600 rpm. A aceleração de 0 (zero) a 100 km/h é feita em 3,7 segundos e a velocidade máxima, limitada em 250 km. 

Este modelo BMW M Performance será lançado em globalmente em novembro juntamente com o BMW 840d xDrive Coupé, que possui um motor a diesel excepcionalmente potente de seis cilindros em linha, com 320 cv. Ambos os motores estão conectados à uma versão aprimorada da transmissão esportiva Steptronic, de oito marchas.

O design exterior do novo BMW Série 8 Coupé emana uma forma muito moderna de apelo esportivo, lindamente combinada com um ar de exclusividade, fascínio sensual e estilo emocionalmente vigoroso caracterizado por linhas elegantemente fluidas, carroceria baixa, capô alongado, janelas afuniladas, linhas de ombro ressaltadas, contornos do teto distintos em “bolha-dupla”, e janela traseira que se estende para a traseira.

 O modelo de produção, portanto atende a todas as expectativas geradas pela versão conceitual do esportivo. Sua aura única é o resultado de uma nova linguagem de estilo, focada na clareza, modernidade e caráter emocional. 

Com dimensões externas de comprimento 4,843 metros, 1,902 m de largura, 1,341 m de altura e uma distância entre eixos de 2,822 m, o cupê de duas portas adota uma posição extremamente poderosa em movimento. O porta-malas tem capacidade para 420 litros. 

Nakata lança 13 coxins de motor para 25 veículos



Luís Alberto Alves

A Nakata, fabricante de autopeças com linha de componentes para suspensão, transmissão, freios e motor, apresenta novos itens na linha de metal-borracha. Desta vez, lança 13 coxins de motor para 25 modelos de diversas marcas. Até agosto, estão previstos lançamentos de 196 itens desta linha, garantindo ampla cobertura da frota circulante.

Os lançamentos atendem veículos como Honda Civic de 95 a 2001, e de 2001 a 2012, além do Accord de 1998 a 2003. Para Hyundai há aplicação para o Tucson Manual, de 2005 a 2017. Já para a Mitsubishi, Airtrek e Outlander entre 2003 e 2017.

Os novos coxins também são destinados aos modelos Xantia e ZX da Citroën; Peugeot 205, 207, 306, 405 e 406; Astra, Vectra e Zafira (GM); e Focus da Ford.

Traffic, Mégane, Scénic, Logan e Sandero, da Renault; Toyota Hilux; Volkswagen Gol e Parati, também estão na lista dos veículos atendidos.
Para o desenvolvimento da linha são realizados rigorosos testes e ensaios no Centro de Engenharia Avançada da Nakata, garantindo qualidade dos produtos e atendendo as necessidades do mercado. 

Responsáveis por fixar o conjunto motor e câmbio na carroceria, os coxins de motor Nakata são fabricados com matérias-primas de qualidade e preciso controle dimensional que garantem durabilidade e eficácia no controle de vibrações e ruídos, além de um encaixe perfeito.

Volks e Ford estudam aliança estratégica




Luís Alberto Alves

As empresas estão analisando vários projetos conjuntos - incluindo o desenvolvimento de uma linha de veículos comerciais para melhor atender às necessidades em evolução dos clientes globalmente 

•Os potenciais projetos visam fortalecer a competitividade de cada uma das empresas; as companhias irão compartilhar atualizações à medida que as conversações progredirem

•A VW e a Ford afirmaram que a aliança estratégica não irá envolver acordos acionários, incluindo participações proprietárias cruzadas 

 A Volkswagen AG e a Ford Motor Company anunciaram no dia 19 a assinatura de um Memorando de Entendimentos e que estão estudando uma aliança estratégica destinada a fortalecer a competitividade de cada uma das companhias e melhor atender aos clientes globalmente.

As empresas estão estudando potenciais projetos em várias áreas - incluindo o desenvolvimento conjunto de uma linha de veículos comerciais para melhor atender às necessidades em evolução de seus clientes. A potencial aliança não envolverá acordos acionários, incluindo participações proprietárias cruzadas.

"A Ford está empenhada em melhorar nossa qualificação como negócio e alavancar modelos de negócios adaptativos - que incluem trabalhar com parceiros para melhorar nossa efetividade e eficiência", afirmou Jim Farley, presidente de Mercados Globais da Ford. "Essa potencial aliança com o Grupo Volkswagen é mais um exemplo de como podemos nos tornar mais ajustados como negócio, criando ao mesmo tempo um portfólio global de produtos vencedores e expandindo nossas capacidades”.

“Estamos ansiosos para analisar nos próximos dias, junto com a equipe da Volkswagen, como deveremos trabalhar juntos para melhor atender às necessidades em evolução dos clientes de veículos comerciais - e muito mais."

O Dr. Thomas Sedran, diretor de Estratégia do Grupo Volkswagen declarou: "As demandas do mercado e dos clientes estão se modificando a uma velocidade incrível. Ambas as empresas já têm posições fortes e complementares em diferentes segmentos de veículos comerciais. Para se adaptarem a um ambiente desafiador, é da mais alta importância ganhar flexibilidade por meio de alianças. Este é um elemento central da Estratégia 2025 do Grupo Volkswagen. A potencial colaboração industrial com a Ford é vista como uma oportunidade para melhorar a competitividade global das duas companhias." 

As empresas irão atualizar as informações e divulgar mais detalhes sobre o assunto à medida que as conversações progredirem.

Aliança Renault - Nissan - Mitsubishi aumenta sinergias anuais para 5,7 bilhões de Euros




Luís Alberto Alves

Sinergias anuais aumentam 14%, passando de 5 bilhões de euros em 2016 para 5,7 bilhões de euros em 2017

Mitsubishi Motors fecha primeiro ano de sinergias como membro da Aliança
Outras convergências realizadas nas áreas de Pós-Venda, Qualidade & Satisfação Total do Cliente e Business Development.
Aliança reafirma objetivo de sinergias de mais de 10 bilhões de euros até o fim de 2022

A Aliança Renault – Nissan – Mitsubishi anunciou hoje um aumento de 14% em sinergias anuais, para 5,7 bilhões de euros, em comparação com os 5 bilhões de euros obtidos em 2016, resultado da parceria das três montadoras que formam a maior aliança da indústria automobilística mundial. As empresas-membro da Aliança se beneficiam de um aumento na redução de custos, receitas incrementais e custos evitados.

As últimas sinergias refletem economias de escala realizadas pelas empresas-membro da Aliança, com vendas acumuladas que ultrapassam 10,6 milhões de veículos em 2017 – tornando-se o maior grupo automotivo do mundo em termos de vendas de carros de passeio e veículos comerciais leves.
   
  “A Aliança tem um impacto direto e positivo no crescimento e na lucratividade de cada empresa-membro,” comentou Carlos Ghosn, Chairman e CEO da Renault-Nissan-Mitsubishi. “Em 2017, a Aliança turbinou a performance de todas as três montadoras, inclusive da Mitsubishi Motors, que completou seu primeiro ano como membro da Aliança, com ganhos em termos de sinergias.”

“Esperamos gerar ainda mais sinergias nos próximos anos à medida que a Aliança acelera a convergência por meio de um maior compartilhamento de instalações industriais, plataformas de veículos comuns, compartilhamento de tecnologias e uma presença conjugada, tanto em mercados maduros como nos emergentes. Reafirmamos nossa meta de ultrapassar os 10 bilhões de euros em sinergias até o fim de 2022.”  

Por meio do planejamento estratégico de médio prazo Alliance 2022, as empresas-membro preveem vender mais de 14 milhões de veículos até o final do plano. Deste total, 9 milhões devem ser produzidos com base em quatro plataformas comuns, incluindo veículos elétricos e modelos do segmento B, além de uma expansão no uso de grupos motopropulsores comuns, passando de um terço para 75% do total.

Graças à convergência em Engenharia, as empresas-membro da Aliança compartilham investimentos e custos de P&D, aumentando sua competitividade. Por exemplo, a Nissan e a Mitsubishi Motors uniram forças no ano passado para desenvolver a próxima geração dos Kei Cars.

Em 2017, a Organização de Compras da Aliança (Alliance Purchasing Organization, anteriormente RNPO) evitou e reduziu custos significativamente, por meio da centralização de atividades como compras de componentes, equipamentos e ferramentais, negociações globais de contratos e fornecimento conjunto de energia para suas fábricas em todo o mundo.

Alguns exemplos de novas sinergias incluem:
A adoção pela Mitsubishi Motors da estrutura dos braços financeiros Nissan Sales Finance e RCI Bank and Services;
Benchmarking entre a Nissan e a Mitsubishi Motors na região conhecida como ASEAN;
Armazéns de peças de reposição compartilhados entre a Renault, Nissan e Mitsubishi Motors na Europa, Japão e Austrália.

Em Manufatura, outras sinergias estão sendo realizadas por meio da produção de veículos baseadas em plataformas compartilhadas, como o Datsun Redi-GO e o Renault Kwid, além de atividades de manufatura cruzada, como é o caso da produção da picape Renault Alaskan em fábricas da Nissan em Cuernavaca, no México, e em Barcelona, na Espanha. Os custos associados com o transporte de veículos foram reduzidos significativamente em 2017, já que a Nissan e Mitsubishi Motors consolidam o frete de veículos acabados a partir de suas fábricas na Tailândia para suas respectivas redes de concessionárias.

A criação da unidade de negócio para Comerciais Leves em 2017 maximizou o desenvolvimento e a manufatura cruzados, entregando sinergias em custos e tecnologias de veículos, como a plataforma baseada na picape de 1 tonelada da Nissan pela Renault e a Daimler. Assim, é possível ampliar a cobertura de mercado da Aliança para 77%, com uma gama completa de 18 modelos das marcas Renault, Nissan e Mitsubishi Motors. “Maior convergência e mais sinergias vão consolidar a sustentabilidade da Aliança em longo prazo,” comentou Carlos Ghosn.